quinta-feira, 25 de setembro de 2008

O capital intelectual como diferencial na procura de novos talentos para o mercado de trabalho

Num mercado tão competitivo e, por muitas vezes, selvagem e exigente a níveis mais elevados do que o comumente observado em algumas organizações, a exemplo de como ocorre atualmente, as organizações estão investindo em um novo e importante fator nas suas estratégias de seleção: a valorização do capital intelectual. Este “bem”, ainda que considerado não participante de mensuração econômica em qualquer tipo de controle empresarial, consubstancia-se no que

vem sendo o destaque na área de Recursos Humanos, trazendo consigo o lema “fazer o melhor possível o que já é feito habitualmente”. Isso nos remete à idéia que é dada a máxima relevância à pessoa que detenha a informação adquirida e, conseqüentemente, saiba utilizá-la da maneira mais eficiente, para que, ao término de cada atividade realizada, obtenha a tão esperada eficácia.

A busca pelo capital intelectual tem origem remota, cuja investigação deste que é o maior entre todos os bens conhecidos até então, era desejado desde a Grécia Antiga. Os gregos, por sua vez, já possuíam a necessidade, mesmo que indiretamente, de valorizar mentes de fácil adaptabilidade e compreensão.

O processo consiste logo de início, na preparação coletiva dos funcionários, de modo a doutriná-los que estão ali para fazerem o melhor possível para a empresa na qual trabalham. Até porque é a corporação que os remunerará mediante seus esforços.

A elaboração do capital intelectual inicia-se com a fase de imaginação do indivíduo. A partir daí começam a surgir, ainda de maneira confusa, as primeiras idéias referentes a uma determinada informação.

Na segunda etapa, anuncia-se a criatividade, a principal fase desse processo. Através do poder de criação, influi significativamente nas buscas de alternativas para um problema, além de ser o maior fator de competitividade.

Por último, a inovação vem complementar os dois estágios anteriores, os quais a idéia já está “solidificada” e é incumbida de pôr em prática a capacidade da pessoa, ou seja, realizar tudo que fora planejado. Uma das prioridades que se é fundamental na execução da atividade bem sucedida é a menção do porte dessa atividade. Por isso realiza-se uma valorização de toda esta produção de conhecimento.

Hoje em dia, ser multifuncional ou polivalente é requisito indispensável à admissão e, por conseguinte, à ascensão de futuros cargos ofertados pela empresa. Como exemplo, podemos citar dois indivíduos desempregados. Nessa hipótese, um deles não detém conhecimento de informática, enquanto seu concorrente o tem. Sem dúvida, é fácil perceber que as chances deste último serão potencialmente maiores em relação às do que não domina o assunto em questão.

As grandes empresas estão sempre sujeitas a mudanças de configuração de mercado, acompanhando suas tendências e viabilizando seus recursos humanos, financeiros e materiais. E o meio humano, principal ativo empresarial, acompanha diretamente a política organizacional. Ressalte-se que o fato dos recursos humanos acompanharem as diretrizes estabelecidas pela cúpula da organização, relaciona-se diretamente à manutenção da execução de suas atividades bem como suas respectivas tarefas exercidas como meio de assegurar não só sua sobrevivência como ser humano, mas, principalmente como um agente profissional.

Pesquisas comprovam que os melhores salários pertencem às pessoas que mais se comunicam, e a educação é quem deve orientar o cidadão neste caminho que surge à frente. É notória a existência de uma “revolução” na educação e pela educação com o intuito de moldar (e não simular) o conhecimento que o futuro talento adentre ao mercado de trabalho. Em sua grande maioria, ainda que a situação esteja mudando, o ensino deixa a desejar com suas avaliações medíocres e sem sentido.

A cada dia que passa, o mercado se torna mais dinâmico e exigente. Estar preparado para atender as expectativas caracteriza-se num imprescindível imperativo a ser aplicado neste ambiente que se desenvolve em um ritmo extremamente acelerado, onde muitas pessoas ainda sequer se aperceberam de tal mutabilidade.

Num futuro próximo, há quem diga que existirá uma nova era ou mesmo que a referido momento já se encontra mesclado às funcionalidades profissionais tão marcantes no ambiente corporativo, sendo denominada de Era dos Sonhos. Nele, o status da pessoa será a experiência profissional adquirida ao longo do tempo de sua carreira profissional. Talvez possa ocorrer que não se reproduza com exatidão essa teoria, mas, apesar de tudo, estará bastante inclinado este novo sistema organizacional a ir além do que presenciamos atualmente e, com certeza, o capital intelectual reafirmará seu valor neste contexto. Afinal, tudo que é considerado escasso não é muito mais valorizado?

terça-feira, 16 de setembro de 2008

LICENÇA MATERNIDADE



Foi publicado no Diário Oficial da União do dia 10.08.2008, a possibilidade de prorrogação da licença maternidade por mais 60 dias. Para se utilizar os benefícios desta prorrogação quanto a dedução do IR, a empresa do lucro real deverá aderir ao Programa Empresa Cidadã.

A prorrogação será garantida à empregada da pessoa jurídica que aderir ao Programa, desde que a empregada a requeira até o final do primeiro mês após o parto, e concedida imediatamente após a fruição da licença-maternidade.

A prorrogação será garantida, na mesma proporção, também à empregada que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção de criança.

Durante o período de prorrogação da licença-maternidade, a empregada terá direito à sua remuneração integral, nos mesmos moldes devidos no período de percepção do salário-maternidade pago pelo regime geral de previdência social.

No período de prorrogação da licença-maternidade de que trata esta Lei, a empregada não poderá exercer qualquer atividade remunerada e a criança não poderá ser mantida em creche ou organização similar.

A pessoa jurídica tributada com base no lucro real poderá deduzir do imposto devido, em cada período de apuração, o total da remuneração integral da empregada pago nos 60 (sessenta) dias de prorrogação de sua licença-maternidade, vedada a dedução como despesa operacional.

Estas alterações somente se aplicam a partir de janeiro de 2010.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

A visão e o Computador

O computador tornou-se parte da nossa vida e cada dia mais e mais pessoas têm experimentado uma série de sintomas oculares relacionados com o uso do computador. Olhos cansados, irritados, sensação de areia, secura ocular, vermelhidão, peso nas pálpebras e visão borrada são algumas das queixas comuns das pessoas que passam muito tempo em frente a computadores e monitores em geral. Este conjunto de sintomas tem sido referido na literatura médica como Síndrome de Visão do Computador – CVS (Computer Vision Syndrome). Problemas músculo-esqueléticos também costumam ser comuns nesta população.

Fatores de risco para desenvolver CVS:

  • Pessoas que ficam habitualmente mais de três horas contínuas em frente ao computador;
  • Portadores de vício refrativo (grau) não corrigido (miopia, hipermetropia, astigmatismo, presbiopia);
  • Portadores da síndrome do olho seco;
  • Usuários de lentes de contato;
  • Trabalho sob condições inadequadas de iluminação;
  • Trabalho sob stress.

Como prevenir:

  • A cada 90 minutos em frente ao computador procure parar e descansar de 2 a 5 minutos dirigindo o olhar para o infinito;
  • Procure trabalhar sempre em local bem iluminado;
  • Colírios de lágrimas artificiais receitadas por seu oftalmologista podem ser muito benéficos;
  • Uso de filtros anti-reflexo na tela do computador;
  • Prefira os monitores LCD aos CRT;
  • Consulte periodicamente seu oftalmologista para descobrir se você tem algum problema ocular ou precisa usar óculos.


Fonte: Dr. Giancarlo Simionatto (Médico Oftalmologista) – Revista UNIMED nº 37.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Liderança Estratégica: Um Novo Desafio

Nos últimos anos, mais um desafio surgiu e se somou àqueles com os quais os líderes têm de lidar no dia-a-dia das organizações: desenvolver e praticar a liderança estratégica.

Para Stephen Robbins, estudioso norte-americano do comportamento organizacional, há uma grande escassez de líderes globais especializados. Robbins cita uma pesquisa feita nos EUA com as 500 maiores empresas tradicionalmente escolhidas pela revista Fortune. Os resultados foram publicados em 2006 e são surpreendentes: um deles revelou que 85% dos dirigentes entrevistados declararam que suas corporações não dispunham de um número suficiente de líderes globais, isto é, líderes estratégicos.

Há várias formas de definir liderança estratégica. Talvez a mais simples e elucidativa seja a seguinte: é um conjunto de habilidades e competências que faz com que os executivos passem a reconhecer e praticar a atitude de pensar não apenas em termos de curto prazo, resultados imediatos e contextos restritos, mas também em termos de médio e longo prazo, resultados mediatos e contextos amplos.

Fica evidente, portanto, que pensar e agir tanto de modo local quanto de maneira global, segundo as necessidades das organizações e do mercado, passa a fazer parte das tarefas das lideranças atuais. Para atendê-las, é necessário desenvolver determinadas habilidades e competências. Entre as mais importantes estão sem dúvida as monitoradas por parâmetros internacionais como os Índices Dow Jones de Sustentabilidade: a) ética e valores; b) pensamento estratégico; c) visão de futuro; d) consciência de sustentabilidade.

Hoje não se concebem mais corporações competitivas que não reconheçam esses indicadores e a eles se adaptem. Os executivos precisam estar atentos aos novos desafios da competitividade corporativa, os quais repercutem de modo direto na gestão de suas carreiras. Três deles, entre outros, podem ser considerados essenciais: a) saber reintegrar conhecimentos dispersos; b) saber inspirar visão de futuro; b) saber como criar comprometimento compartilhado.

No entanto, mesmo que as pessoas estejam dispostas a se comprometer, o que fazer para que elas se tornem capazes de lidar com a complexidade e a instabilidade dos novos tempos?

Como já se sabe, a complexidade não pode ser compreendida e trabalhada por meio de modos de pensar simplificadores. Em outros termos, não é possível enfrentar a diversidade e instabilidade cada vez maiores do mundo atual por meio de modos de pensar simplistas, imediatistas e locais como os hoje predominantes em nossas sociedades. Portanto, é preciso mudar de modelo mental, isto é, desenvolver novos modos de pensar que levem a níveis adequados de adaptabilidade e integração às novas realidades.

Fonte: HSM On-Line


Bom Final de Semana a todos.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

As Melhores empresas para trabalhar no Brasil.

Você conhece a Chemtech? É uma jovem e bem-sucedida companhia da área de engenharia e tecnologia. Ela é o melhor lugar para trabalhar no Brasil, segundo a pesquisa deste ano da consultoria internacional Great Place to Work Institute.
As empresas que fazem parte da lista a seguir tiveram de passar por um funil apertado. Elas foram escolhidas entre 450 inscritas, o que representa uma média de 4,5 concorrentes por vaga. Os juízes eram os mais criteriosos e exigentes de que se tem notícia: seus próprios funcionários.

Ao todo, 96 mil empregados responderam aos detalhados questionários da consultoria Great Place to Work Institute – que fazem parte de uma metodologia criada há 13 anos nos Estados Unidos e adotada em 41 países. Em 57 perguntas, o GPTW consegue aferir o nível de satisfação das pessoas com seus chefes, seus colegas e a empresa. Após o questionário, uma equipe de consultores do GPTW avaliou as práticas de recursos humanos das empresas, incluindo a política de gestão de pessoas, a cultura interna e o comportamento de seus líderes.

O processo é complexo não só por envolver números gigantescos para uma pesquisa de clima, mas também pelo fato de comparar empresas com os mais variados perfis e realidades. O que empresas tão diferentes têm em comum? Elas apostam que os resultados vêm através das pessoas. Por isso, preocupam-se em manter seus funcionários satisfeitos. Assim, acreditam, eles produzem melhor. E têm mais chance de trazer bons resultados financeiros. Talvez por isso, a grande maioria delas viva um momento de crescimento e expansão dos negócios.

As 25 +

01- Chemtech
02- Zanzini Móveis
03- Serasa
04- Microsoft
05- Caterpillar
06- FedEx
07- Pormade
08- Magazine Luiza
09- Laboratório Sabin
10- Apsen
11- Kaizen
12- Coats – Extremoz e Borborema
13- Intelig Telecom
14- BV Financeira
15- Promon
16- Rimo
17- Duke Energy
18- Unimed Vales do Taquari e Rio Pardo
19- Sabre Travel Network
20- Accor
21- Todeschini
22- Gazin
23- Plascar
24- Recofarma – Coca-Cola
25- São Bernardo Saúde

Fonte:Exame

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Portal RH - Bel Contabilidade


Atualmente com a filosofia de trabalho de promover qualidade com seriedade, competência, bom atendimento aos seus clientes e para consolidar-se como uma importante Empresa Contábil da região do Vale do Itajaí, servindo a empresas industriais, comerciais e prestadores de serviços, a Bel Contabilidade mantém em seu quadro de colaboradores, profissionais treinados e qualificados, exercendo suas atividades num ambiente amplo e agradável.
Para amplificar o contato com clientes e sociedade, foi criado este blog, onde será tratado assuntos na área de Recursos Humanos.
O editor responsável será nosso Analista de Movimentação Pessoal, Felipe Costa, que trará assuntos atuais sobre a legislação trabalhista, direitos dos empregados e empregadores, notícias da área de RH, enfim, será o canal direto para aprimorar os conhecimentos e tirar suas dúvidas.


"A maior recompensa do nosso trabalho não é o que nos pagam por ele, mas aquilo em que ele nos transforma."

(John Ruskin)


Equipe Bel Contabilidade